{"id":7001,"date":"2017-03-16T10:51:55","date_gmt":"2017-03-16T13:51:55","guid":{"rendered":"http:\/\/canalfolia.com.br\/?p=7001"},"modified":"2017-03-16T10:51:55","modified_gmt":"2017-03-16T13:51:55","slug":"djavan-escolhe-salvador-para-reta-final-da-turne-vidas-pra-contar","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/somdepapo.com.br\/portal\/djavan-escolhe-salvador-para-reta-final-da-turne-vidas-pra-contar\/","title":{"rendered":"Djavan escolhe Salvador para reta final da turn\u00ea &#8220;Vidas pra contar&#8221;"},"content":{"rendered":"<p><em>Show acontece dia 26 de maio na Concha Ac\u00fastica do TCA e os ingressos j\u00e1 est\u00e3o \u00e0 venda<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em>\u200b<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O cantor e compositor Djavan volta a Salvador com o show &#8220;Vidas pra contar&#8221;,\u00a0no dia 26 de maio, \u00e0s 19h na Concha Ac\u00fastica do TCA. A turn\u00ea,\u00a0que\u00a0desde o inicio de 2016\u00a0j\u00e1 percorreu mais de\u00a040\u00a0cidades\u00a0do Brasil e do exterior, inclusive em Salvador, com duas apresenta\u00e7\u00f5es tendo recorde de p\u00fablico em maio\/16, traz em seu repert\u00f3rio al\u00e9m das can\u00e7\u00f5es do novo\u00a0disco, sucessos do\u00a0artista alagoano. Djavan conquistou\u00a0o\u00a0quarto\u00a0Grammy Latino de\u00a0sua\u00a0trajet\u00f3ria,\u00a0no ano passado, na categoria\u00a0melhor can\u00e7\u00e3o em portugu\u00eas com a m\u00fasica que d\u00e1 t\u00edtulo ao \u00faltimo trabalho e ao show. Na edi\u00e7\u00e3o anterior\u00a0da premia\u00e7\u00e3o quando completou 40 anos de carreira foi contemplado com o trof\u00e9u\u00a0na categoria\u00a0Excel\u00eancia\u00a0Musical pelo\u00a0conjunto de sua obra.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Entre as can\u00e7\u00f5es confirmadas no roteiro est\u00e3o &#8220;N\u00e3o \u00e9 um Bolero&#8221; e &#8220;Encontrar-te&#8221;, do \u00faltimo\u00a0\u00e1lbum e as cl\u00e1ssicas\u00a0&#8220;Oceano&#8221;,\u00a0&#8220;Outono&#8221;, &#8220;Boa Noite&#8221;,\u00a0&#8220;Eu te Devoro&#8221;, dentre outras. A \u00faltima etapa da turn\u00ea que se encerra em julho deste ano vai passar ainda por Campinas,\u00a0S\u00e3o Paulo,\u00a0S\u00e3o Bernardo do Campo, S\u00e3o Carlos, Londrina, Curitiba, Belo Horizonte, Bras\u00edlia, Recife e a cidade de Feira de Santana (interior da Bahia), al\u00e9m de outras que ser\u00e3o anunciadas\u00a0em breve.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Acompanhado por\u00a0Carlos Bala (bateria), Jess\u00e9 Sadoc (fl\u00fcgelhorn, trompete e vocal), Marcelo Mariano (baixo e vocal), Marcelo Martins (flauta, saxofone e vocal), Paulo Calasans (teclados e piano) e Jo\u00e3o Castilho (guitarras, viol\u00f5es e vocal) o artista \u00e9 quem assina a dire\u00e7\u00e3o do espet\u00e1culo que tem ilumina\u00e7\u00e3o de Binho Schaefer e figurino de Roberta Stamato.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em>&#8220;Existe entre n\u00f3s, eu e os m\u00fasicos,\u00a0um c\u00f3digo musical que permite voos para todas as dire\u00e7\u00f5es e isto \u00e9 uma coisa que me ajuda muito, uma vez que persigo sempre a diversidade. Eu acho que a diversidade me imp\u00f5e a estar sempre correndo riscos, e eu preciso disso&#8221;<\/em>, conta o m\u00fasico.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O cen\u00e1rio da turn\u00ea, concebido por\u00a0Suzane Queiroz foi desenhado a partir do conceito de que a vida de cada pessoa \u00e9 um grande livro em branco que vai sendo preenchido linha por linha, p\u00e1gina por p\u00e1gina a cada alegria, a cada tristeza, a cada conquista, a cada novo amor que chega e que parte, ao longo do tempo.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Sobre\u00a0o \u00e1lbum\u00a0&#8220;Vidas pra contar&#8221;<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Pode-se come\u00e7ar a audi\u00e7\u00e3o de &#8220;Vidas pra contar&#8221; pulando a primeira faixa, assim, apenas como um exerc\u00edcio de an\u00e1lise. E vai-se encontrar um Djavan exercitando no limite o seu estilo consagrado. &#8220;S\u00f3 pra ser o sol&#8221; \u00e9 uma daquelas can\u00e7\u00f5es matadoras, de tocar no r\u00e1dio a vida inteira (e sempre soando nova), de grudar no ouvido. Calcada na linha de baixo de Marcelo Mariano e com desenhos inusitados do naipe de sopros tocado por Jess\u00e9 Sadoc (trompete) e Marcelo Martins (sax tenor), a can\u00e7\u00e3o logo conquista pela flu\u00eancia mel\u00f3dica dentro de uma estrutura harm\u00f4nica surpreendente, cheia de modula\u00e7\u00f5es. E pela letra, a po\u00e9tica de Djavan burilada como s\u00f3 ele faz, o uso de g\u00edrias (&#8220;uhu&#8221;) em meio a imagens inusitadas (como a da mo\u00e7a revirando o arm\u00e1rio): &#8220;Uhu, voc\u00ea disse que vinha e veio\/N\u00e3o acreditei\/E cheguei a tremer\/Pensei em voc\u00ea virando arm\u00e1rio\/Pra chegar em mim\/Que bom! Te ver\/T\u00e3o linda e desejada&#8221;.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Agora pense na \u00faltima vez que ouviu uma can\u00e7\u00e3o pop t\u00e3o bem feita no sentido t\u00e9cnico, t\u00e3o f\u00e1cil de ouvir e mesmo assim t\u00e3o diferente de tudo, como essa descri\u00e7\u00e3o do espanto do homem diante da beleza da mulher por quem est\u00e1 apaixonado.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Mas pode-se come\u00e7ar a audi\u00e7\u00e3o, num outro exerc\u00edcio de an\u00e1lise, como deve ser, pela primeira faixa. E a\u00ed vai-se encontrar um Djavan diferente do esperado, exercitando-se num outro estilo, s\u00f3 na apar\u00eancia menos pessoal. O xote &#8220;Vida nordestina&#8221; traz o compositor dialogando com uma das suas influ\u00eancias mais importantes embora das menos expl\u00edcitas, Luiz Gonzaga. E a m\u00fasica tem a simplicidade de Gonzaga, com aquele tipo de melodia que parece ter sempre existido mas que foi criada solidamente por um compositor. &#8220;Vida nordestina&#8221; nasce assim, cl\u00e1ssica, e com uma letra que Humberto Teixeira, sei n\u00e3o, at\u00e9 assinaria, sobretudo no paradoxo que prop\u00f5e ao afirmar logo nos primeiros versos, &#8220;A vida n\u00e3o \u00e9 de festa\/Para o povo do sert\u00e3o&#8221; e, alguns versos abaixo, poeticamente negar a pr\u00f3pria afirma\u00e7\u00e3o: &#8220;Mas quando \u00e9 dia de festa\/Todo povo do sert\u00e3o\/Dan\u00e7a para aparar as arestas\/Do cora\u00e7\u00e3o\/As mo\u00e7as j\u00e1 t\u00e3o bonitas\/Ficam lindas como qu\u00ea\/E o homem nem acredita\/No que v\u00ea&#8221;.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Agora pense na \u00faltima vez que ouviu uma can\u00e7\u00e3o nordestina t\u00e3o t\u00edpica e ao mesmo tempo estranhamente original. Como ali\u00e1s \u00e9 a vida no sert\u00e3o ou qualquer vida, original e sempre a mesma. Ou, como na letra de &#8220;Vida nordestina&#8221;: &#8220;At\u00e9 o lar onde falta o p\u00e3o\/Tem l\u00e1 seus dias de alegria&#8221;.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&#8220;Vidas pra contar&#8221;, vig\u00e9simo terceiro disco de Djavan, conta vidas assim, reais mas sob o filtro da poesia, do espanto pelo detalhe. E revela um compositor t\u00e3o maduro que consegue ser pessoal seja exercitando seu estilo consagrado, como em &#8220;S\u00f3 pra ser o sol&#8221;, seja experimentando outras linguagens, como em &#8220;Vidas pra contar&#8221;.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Tal maturidade leva Djavan a exercer seu estilo t\u00e3o marcante em g\u00eaneros diversos de m\u00fasica popular &#8211; lembrando que sua primeira educa\u00e7\u00e3o musical foi, ainda menino em Macei\u00f3, na ecl\u00e9tica cole\u00e7\u00e3o de discos do pai de um amigo de col\u00e9gio e nos programas de audit\u00f3rio n\u00e3o menos ecl\u00e9ticos da R\u00e1dio Nacional, que ouvia com a m\u00e3e. Ali\u00e1s, a can\u00e7\u00e3o autobiogr\u00e1fica &#8220;Dona do horizonte&#8221; narra exatamente essa rela\u00e7\u00e3o de Djavan com a\u00a0m\u00fasica a partir da influ\u00eancia da m\u00e3e que o fez ouvir Orlando Silva, &#8220;Dalva de Oliveira e Angela Maria\/Todo dia&#8230;&#8221;.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>No passeio por estilos da m\u00fasica popular, &#8220;\u00c2nsia de viver&#8221; \u00e9 um samba sincopado t\u00edpico de Djavan, que nos lembra ser ele autor de cl\u00e1ssicos do g\u00eanero (&#8220;Flor-de-lis&#8221;, &#8220;Fato consumado&#8221;, etc.). &#8220;N\u00e3o \u00e9 um bolero&#8221; \u00e9 um bolero estilizado na m\u00fasica e um bolero t\u00edpico na letra que lamenta a aus\u00eancia de amor: &#8220;N\u00e3o \u00e9 um bolero\/\u00c9 amor sincero\/Que a tudo resiste\/N\u00e3o a ter ao lado\/Me deixa abalado\/E nada \u00e9 mais triste\/A vida \u00e9 \u00e0 toa\/N\u00e3o fica de boa\/Quem n\u00e3o tem um querer&#8221;. &#8220;Se n\u00e3o vira jazz&#8221; dialoga com o pr\u00f3prio jazz no peso da introdu\u00e7\u00e3o instrumental, na forma livre de cantar (com direito a leves improvisos) e na complexidade harm\u00f4nica, para uma letra que \u00e9 o oposto do bolero, uma celebra\u00e7\u00e3o do reencontro e do amor de verdade: &#8220;Viver \u00e9 bom demais\/Quando o amor est\u00e1 incluso\/\u00c9 um abuso de perfei\u00e7\u00e3o&#8221;. J\u00e1 &#8220;Vidas pra contar&#8221; \u00e9 uma, ainda que original\u00edssima, can\u00e7\u00e3o de influ\u00eancia ib\u00e9rica, com toques flamencos, lembrando essa importante heran\u00e7a deixada para a m\u00fasica brasileira, especialmente no Nordeste.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Se &#8220;O tal do amor&#8221; dialoga com as valsas francesas, e \u00e9 leve na m\u00fasica para embalar uma letra lev\u00edssima (&#8220;Sorrir para mim\/\u00c9 quase um jardim\/Onde p\u00e1ssaros voam&#8221;), &#8220;Encontrar-te&#8221; \u00e9 uma daquelas densas baladas de amor com voca\u00e7\u00e3o para standard (sen\u00e3o ou\u00e7am a introdu\u00e7\u00e3o do trompete de Jess\u00e9 Sadoc, emulando as grandes can\u00e7\u00f5es de amor de Gershwin ou Jobim), enquanto &#8220;Primazia&#8221; situa-se num meio terno, \u00e9 uma can\u00e7\u00e3o de amor, quase um fox-trot, leve como a valsa e densa como a balada. Juntas, as tr\u00eas can\u00e7\u00f5es formam uma curiosa trilogia que revela, ao cabo, a habilidade de Djavan em falar de amor nas diversas formas de can\u00e7\u00e3o, sendo sempre fiel ao seu estilo.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Outras duas can\u00e7\u00f5es de &#8220;Vidas pra contar&#8221; podem ser agrupadas num outro poss\u00edvel conjunto, um d\u00edptico em que o di\u00e1logo n\u00e3o se d\u00e1 propriamente com g\u00eaneros tradicionais da m\u00fasica popular, mas com o pr\u00f3prio estilo de Djavan. &#8220;Aridez&#8221; \u00e9 daquelas can\u00e7\u00f5es que prescindem de assinatura, na m\u00fasica acelerada, exuberante, inclassific\u00e1vel e na letra com aquela forma t\u00e3o pr\u00f3pria de Djavan em falar de amor: &#8220;Atravesso o deserto escuro\/Pra fugir da solid\u00e3o\/Voc\u00ea que \u00e9 meu farol\/N\u00e3o deixe eu me perder, n\u00e3o\/\u00c9 voc\u00ea quem h\u00e1 de me tirar\/Dessa tremenda aridez&#8221;. De sabor jazz\u00edstico, &#8220;Engui\u00e7ado&#8221; \u00e9 uma observa\u00e7\u00e3o cr\u00edtica sobre o comportamento humano: &#8220;Tanto nego errado\/Engui\u00e7ado\/Dado a viver\/Com a coisa errada\/Inclinado a tudo ceder\/Se bem combinado\/Em qualquer lado pode estar&#8221;.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A atordoante diversidade musical, que confirma a potencialidade criativa de Djavan, \u00e9 transformada em linguagem musical pela banda que o acompanha e pelos arranjos do pr\u00f3prio compositor. Pode-se dizer que &#8220;Vidas pra contar&#8221; \u00e9 um disco de Djavan e banda, o n\u00facleo r\u00edtmico composto por piano (e teclados) de Paulo Calasans, baixo de Marcelo Mariano e bateria de Carlos Bala, al\u00e9m de viol\u00f5es e guitarras de Jo\u00e3o Castilho e do pr\u00f3prio Djavan e sopros de Jess\u00e9 Sadoc e Marcelo Martins.\u00a0 Cantor, compositor, letrista, guitarrista e arranjador em todas as faixas, Djavan tem nessa banda de virtuoses a sua voz musical: uma voz que ao mesmo tempo esbanja estilo e por outro conversa com toda a tradi\u00e7\u00e3o da m\u00fasica popular em que sua m\u00e3e o introduziu \u00a0ainda na inf\u00e2ncia. Com cuidado e carinho de quem canta para a pr\u00f3pria m\u00e3e (como confessa em\u00a0&#8220;Dona do horizonte&#8221;: &#8220;Cantava ali s\u00f3 para ela ouvir&#8221;) \u00e9 assim que Djavan parece cantar neste &#8220;Vidas pra contar&#8221;.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Servi\u00e7o:<\/strong><\/p>\n<p>Data:\u00a0 26 de maio (sexta)<\/p>\n<p>Local: Concha Ac\u00fastica do Teatro Castro Alves<\/p>\n<p>Abertura dos port\u00f5es: 17h30m<\/p>\n<p>Hor\u00e1rio do show: 19h<\/p>\n<p>Informa\u00e7\u00f5es: (71) 3003-0595<\/p>\n<p>Valores: Plat\u00e9ia &#8211; R$ 50 (meia) \/ R$ 100 (inteira)\u00a0|\u00a0Camarote \u2013 R$ 100 (meia) \/ R$ 200 (inteira)<\/p>\n<p>Vendas: Bilheterias do TCA, SAC\u00b4s Barra e Bela Vista e site Ingresso R\u00e1pido<\/p>\n<p>Classifica\u00e7\u00e3o: 14 anos<\/p>\n<p>Realiza\u00e7\u00e3o: \u00cdris Produ\u00e7\u00f5es<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Show acontece dia 26 de maio na Concha Ac\u00fastica do TCA e os ingressos j\u00e1 est\u00e3o \u00e0 venda &nbsp; &nbsp; \u200b &nbsp; O cantor e compositor Djavan volta a Salvador com o show &#8220;Vidas pra contar&#8221;,\u00a0no dia 26 de maio, \u00e0s 19h na Concha Ac\u00fastica do TCA. 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