Por Nelsinho Toledo
Desde que Steven Spielberg realizou TUBARÃO (JAWS) em 1975 , o cinema, a televisão e o mercado de vídeo foram e continuam sendo inundados de filmes sobre tubarões assassinos.
Um dos mais recentes, o filme SOB AS ÁGUAS DO SENA, de 2024, está fazendo sucesso na Netflix e gerando certa polêmica. É um filme do competente cineasta francês Xavier Gens , que dirigiu alguns episódios da bem sucedida série LUPIN . SOB AS ÁGUAS DO SENA quebrou um paradigma . Nos filmes de terror e suspense sobre tubarões assassinos , os vilões dos mares são quase sempre mortos no final. Isso acontece , por exemplo, no TUBARÃO de Spielberg e nas três continuações oficiais desse sucesso, realizadas pelos Estúdios da Universal. Mas em SOB AS ÁGUAS DO SENA os tubarões vencem no final , fazendo dezenas de vítimas e deixando a cidade de Paris arrasada.

Classificado como um “trash movie” por muitos críticos, SOB AS ÁGUAS DO SENA não se preocupa com a lógica , tendo um tubarão improvável em um cenário improvável. O filme conta a história de uma bióloga chamada Sophia Assalas, que monitora nos mares um tubarão fêmea desde seu nascimento. Ela observa que esse tubarão fêmea apresenta um crescimento fora do normal e torna-se cada vez mais agressivo . Ela fica traumatizada quando esse tubarão fêmea mata toda a sua equipe no Pacífico . O marido dela fazia parte da equipe. Meses depois, morando em Paris , ela descobre que esse tubarão fêmea adaptou-se à água doce e veio para o Rio Sena na França (!) . Pior ainda, ela também descobre que esse tubarão está se reproduzindo nas catacumbas do Sena por partenogênese , ou seja, um tipo de reprodução assexuada, gerando dezenas de outros tubarões que também começam a se reproduzir.
A história do filme se passa em 2024, quando Paris está se preparando para as Olimpíadas . A bióloga e alguns policiais tentam convencer a prefeita de Paris a cancelar um evento esportivo que ocorrerá no Sena, como preparativo para as Olimpíadas. Mas eles não conseguem cancelar o evento e tentam, inutilmente , evitar uma tragédia.

O final do filme é de tirar o fôlego, com centenas de tubarões deixando Paris devastada.
A bióloga Sophia Assalas é interpretada pela competente atriz Bérénice Bejo, indicada ao Oscar de melhor atriz coadjuvante em 2012 pelo filme O ARTISTA.
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Crédito das fotos : Netflix.




Parabéns,pelo trabalho Nelsinho!!
Gratidão 🙏