Por Gilanio Calixto.
Eita que maravilha hein? Falo agora de uma ferida que nos machuca, nos assola interiormente e que aos poucos se inserem nos nossos pensamentos e palavras que acabam destruindo tudo aquilo que conquistamos e as nossas vivências nos relacionamentos amorosos e sociais. E você já agiu com alguém por falta de consciência, de reflexão? Ou já foi ferido ou ferida pela falta de consciencia de alguém?
Pois bem, fica comigo e em dois minutos vamos bater um papinho sbore isso?
Grande parte dos sofrimentos vividos nos relacionamentos amorosos e sociais não nasce da maldade, mas da falta de consciência. Falta consciência sobre quem somos, sobre o que sentimos, sobre o que esperamos do outro e, principalmente sobre o impacto que nossas atitudes causam. Quando nos relacionamos de forma inconsciente, ferimos e somos feridos, muitas vezes sem perceber.
A inconsciência faz com que pessoas entrem em relações buscando preencher vazios internos, esperando que o outro cure dores que nunca foram tratadas. Assim, o amor deixa de ser encontro e passa a ser dependência. A amizade deixa de ser troca e se transforma em cobrança. O vínculo, que deveria ser espaço de cuidado, torna-se campo de frustrações silenciosas.
Entre as principais causas desse sofrimento está a incapacidade de se comunicar com verdade, muitos calam o que sentem por medo de perder e outros falam sem responsabilidade emocional. Há quem confunda amor com posse, atenção com controle, carinho com obrigação. Tudo isso nasce da ausência de autoconhecimento e da dificuldade de lidar com limites próprios e também os alheios.
Outro fator doloroso é a repetição de padrões não curados. Pessoas que não elaboraram rejeições, abandonos ou traumas do passado tendem a revivê-los em novas relações esperando inconscientemente um final diferente. Porém, sem consciência o ciclo se repete: escolhas semelhantes, dores semelhantes, feridas aprofundadas.
Nos relacionamentos sociais a falta de consciência também gera distanciamento e solidão. Julgamentos precipitados, falta de empatia, competitividade excessiva e a necessidade constante de ter razão enfraquecem os laços humanos em um mundo onde todos querem ser ouvidos poucos estão realmente dispostos a escutar.
A consciência nos relacionamentos exige maturidade emocional. Exige assumir responsabilidades, reconhecer limites, respeitar diferenças e compreender que amar não é invadir, mas acolher. Que se relacionar não é exigir perfeição, mas oferecer presença. Quando há consciência sempre há diálogo e quando há diálogo há cura e onde há cura, sem dúvidas o sofrimento deixa de ser prisão e passa a ser aprendizado.
Relacionamentos saudáveis não nascem da sorte, mas da escolha diária de agir com consciência, com verdade e respeito, porque onde falta consciência sobra dor. Mas onde ela floresce, o amor em todas as suas formas encontra espaço para crescer e tudo se transforma, pois contruimos aquilo que queremos, aquilo que desejamos SER assim como também aquilo que desejamos TER.
Vale a pena fazermos reflexão sempre sobre nossos atos e escolhas!!
Gostou da abordagem?
Fonte: Própria autoria. Imagem Internet – Casule Saúde e Bem Estar.
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Gilanio Calixto Velez
Advogado e Professor
Advogado especialista em Direito Previdenciário e em Direito de Familia
Professor Universitário em Direitos Humanos e Educação Emocional
Palestrante Motivacional e de Carreira Profissional e Autor de Livros
Fundador do Instituto de Desenvolvimento Humano – Crer & Ser – Metodologia e Projeto de Vida – Campina Grande – PB e Queimadas – PB
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