Por Elisangela Santos – Especialista em búzios e cartas. Instagram: @desvendando_os_segredos Contato: (71) 98314-9671
A fé que invade Salvador
No dia 2 de fevereiro, o bairro do Rio Vermelho se transforma em um grande templo a céu aberto. Milhares de fiéis e curiosos se reúnem para celebrar Iemanjá, a orixá das águas salgadas, considerada mãe de todos os orixás e guardiã dos pescadores.
Rituais e oferendas
Flores, perfumes e presentes são colocados em balaios e lançados ao mar. É um gesto de devoção e agradecimento, que reforça a ligação entre fé e natureza, entre o humano e o divino.
Sincretismo religioso
Iemanjá é associada à Nossa Senhora dos Navegantes, mostrando como as tradições africanas se entrelaçaram com o catolicismo. Essa fusão é parte da riqueza cultural da Bahia, onde espiritualidade e diversidade caminham juntas.
Festa popular e turística
Além da religiosidade, a celebração é marcada por música, dança e gastronomia típica. O evento atrai turistas do mundo inteiro, tornando-se símbolo da cultura baiana e da força das tradições afro-brasileiras.
Um encontro de fé e identidade
Celebrar Iemanjá é reafirmar a força das religiões de matriz africana e a importância da preservação das tradições. É também um momento de união, em que fé, cultura e comunidade se encontram nas águas do Atlântico, renovando esperanças e fortalecendo laços espirituais.
Fonte: Propria



