Por Elisângela Santos – Rezadeira, Especialista em búzios e cartas.
@desvendando_os_segredos
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Introdução
No carnaval afro, cada cor é energia, cada estandarte é oração. As ruas se tornam templo, e os corpos, altares vivos.
Desenvolvimento
O vermelho vibra como sangue e paixão. O amarelo reluz como ouro dos orixás. O verde é esperança, o azul é proteção, o branco é paz. Nos blocos afros, nas fantasias e nas pinturas corporais, cada tonalidade carrega uma história ancestral.
As cores não são apenas estética: são símbolos de identidade, espiritualidade e resistência. Elas conectam o presente à ancestralidade africana, transformando o carnaval em celebração da fé, da cultura e da luta.
No brilho das fantasias, na pintura dos rostos, na força dos tecidos, o povo reafirma sua história e celebra sua ancestralidade.
Conclusão
As cores do carnaval afro são afirmação de vida. São o povo dizendo que está vivo, que resiste, que celebra sua história e sua espiritualidade. No espetáculo das cores, o carnaval se torna ritual, e a festa se torna resistência.



