Por Elisângela Santos
Rezadeira, Especialista em búzios e cartas. Instagram: @desvendando_os_segredos Contato: (71) 99280-7802
Introdução
O Olodum é mais que um bloco afro. É tambor que pulsa a memória ancestral, é voz que ecoa resistência, é escola que ensina dignidade. Nas ruas de Salvador, o Olodum não apenas desfila: ele educa, transforma, liberta.
Desenvolvimento
Nascido no coração do Pelourinho, o Olodum trouxe para o carnaval baiano uma batida que é também manifesto. Cada toque de tambor carrega séculos de luta e esperança, cada canto é um chamado à consciência negra. O bloco afro tornou-se referência mundial, participando de gravações com artistas internacionais e mostrando que a Bahia é centro de cultura global.
Mas sua importância vai além da música. O Olodum é projeto social, é escola de cidadania, é espaço de afirmação da identidade negra. Crianças e jovens encontram nele não apenas arte, mas também oportunidade, autoestima e futuro.
Conclusão
O Olodum é patrimônio vivo da Bahia e do Brasil. É prova de que a cultura pode ser arma contra a opressão e também cura para as feridas históricas. No batuque do Olodum, a resistência se transforma em beleza, e a beleza se transforma em liberdade.



