Por Marize Reges
O câncer de mama é um diagnóstico que assusta, mexe com o corpo e com a mente, mas não tem o poder de apagar a essência feminina. A mulher que passa por esse processo continua sendo mulher em toda a sua plenitude: na força que encontra dentro de si, na delicadeza de se reinventar, na coragem de enfrentar cada etapa e, principalmente, no amor que espalha.
Muitas vezes, a sociedade associa feminilidade apenas à estética, ao cabelo, ao seio. Mas ser mulher vai muito além disso. Ser mulher é carregar em si resiliência, é ter a capacidade de renascer, é se reconhecer no espelho mesmo quando ele mostra uma versão diferente da anterior.
O câncer pode mudar a aparência, mas jamais anula a identidade, a beleza e o valor de quem somos. Continuamos mulheres, inteiras, únicas e poderosas.
Que essa reflexão inspire mais empatia e respeito, lembrando que cada mulher merece ser vista para além da doença, e celebrada por aquilo que é: um universo inteiro em forma de vida.



