Por Gilanio Calixto.
Te convido a ficar comigo neste artigo: VOCÊ FAZ O QUE GOSTA? COMO VOCÊ ENCARA O SEU TRABALHO? SABIA QUE ISSO PODE SER A CAUSA DE SUA INFELICIDADE?
Passamos grande parte da vida trabalhando. São horas, dias, anos dedicados a uma atividade que muitas vezes não escolhemos por paixão, mas por necessidade. No entanto, quando esse trabalho diário é vivido com rejeição, desânimo e ausência de sentido, os impactos vão muito além do cansaço físico — eles alcançam a mente, o coração e a própria percepção de vida.
Trabalhar diariamente em algo que não se gosta gera um desgaste emocional silencioso. A pessoa acorda já cansada, cumpre tarefas no modo automático e vive aguardando o fim do expediente como se estivesse apenas “sobrevivendo ao dia”. Com o tempo esse ciclo enfraquece a motivação, mina a autoestima e pode desencadear ansiedade, irritação constante com tristeza e até adoecimento psicológico.
Além disso criamos um ambiente interno de resistência. Tudo o que é feito sob rejeição tende a ser feito sem entrega, sem criatividade e sem propósito. Essa postura gera resultados pobres, reconhecimento limitado e sensação de estagnação. Não por falta de capacidade, mas por falta de conexão. E onde não há conexão, nasce a escassez — não apenas financeira, mas emocional e existencial.
A escassez se manifesta como insatisfação contínua, sensação de vazio e a impressão de que a vida está sempre em falta: falta tempo, falta dinheiro, falta alegria, falta sentido. O trabalho, que poderia ser uma ferramenta de crescimento e dignidade passa a ser visto como um peso, um castigo diário. E viver assim, dia após dia, é construir lentamente uma rotina de infelicidade.
Isso não significa que amar o trabalho seja uma realidade imediata ou simples para todos. Muitas vezes mudanças exigem coragem, planejamento e paciência. Porém, reconhecer que aquilo que fazemos impacta diretamente quem nos tornamos é um passo essencial. Quando há alinhamento entre valores, propósito e ação, o trabalho deixa de ser apenas obrigação e passa a ser um meio de realização, aprendizado e contribuição.
Portanto, refletir sobre o que fazemos diariamente é um ato de responsabilidade consigo mesmo. Aceitar a infelicidade como algo normal não é maturidade, é conformismo. Buscar sentido ainda que aos poucos é um gesto de AMOR PROPRIO. Porque aquilo que fazemos todos os dias constrói inevitavelmente a vida que estamos vivendo e ninguém floresce em um lugar onde o coração está em constante negação.
Pense nisso e reflita!!! Todo tempo é tempo. Mudar não exige tempo. Exige-se DECISÃO!!!
Gostou da abordagem?
Fonte: Própria autoria. Imagem – Veja Saúde.
Quer saber mais sobre estes assuntos e outros? Me segue nas redes sociais e lá terás mais dicas e informações. @gilaniocalixtoadv; @mcrereser.
Gilanio Calixto Velez
Advogado e Professor
Advogado especialista em Direito Previdenciário e em Direito de Familia
Professor Universitário em Direitos Humanos e Educação Emocional
Palestrante Motivacional e de Carreira Profissional e Autor de Livros
Fundador do Instituto de Desenvolvimento Humano – Crer & Ser – Metodologia e Projeto de Vida – Campina Grande – PB e Queimadas – PB
Perfil no Instagram: @gilaniocalixtoadv; @mcrereser
Email: [email protected] ; fone: (83).9.9866.3639



