Por Tarcisio Mendes
A inteligência artificial (IA) está transformando a cultura do século XXI, revolucionando o trabalho e desafiando líderes a focarem em gestão orientada para o trabalho, ao invés de apenas emprego. A história da IA remonta a Alan Turing, pioneiro na computação e inteligência das máquinas com conceitos como a Máquina de Turing e o Teste de Turing. Sua obra influenciou áreas como ciência cognitiva e aprendizado de máquina, promovendo pesquisas em classificação e algoritmos de clustering.
Após um “inverno” na evolução da IA, em 2004, o aprendizado de máquina ressurgiu com máquinas aprendendo autonomamente através de dados. Desde então, a IA passou por fases significativas, destacando-se os Modelos de Linguagem de Grande Escala (LLM), capazes de gerar texto humano. Para 2025, prevê-se a chegada de “Reasoners”, sistemas inteligentes que oferecem soluções, e, futuramente, uma IA consciente.
Empresas que adotarem IA enfrentam a gestão de dados como barreira inicial. Um “mindset” voltado para dados é vital, mas não é preciso ter todos os dados, apenas os essenciais. A IA deve integrar estratégia empresarial, podendo disruptar ou suportar negócios. Com IA, tarefas rotineiras serão automatizadas, libertando tempo para o trabalho criativo e melhorando a produtividade. As empresas devem avaliar o potencial de tarefas automatizáveis e sua prontidão para o mundo digital e as interações homem-máquina.
O futuro corporativo dependerá da habilidade em integrar IA, transformando-a de vantagem em necessidade competitiva. Empresas que abraçarem a IA cedo conseguirão progresso significativo e antecipado, liderando como visionários.
Meu nome é Tarcisio Mendes Jr., sócio-diretor da Solved, conselheiro, estrategista e financeiro. Saiba mais sobre mim: LinkedIn.



