Por Elisângela Santos
Rezadeira, Especialista em búzios e cartas. @desvendando_os_segredos
Tel:(71) 99280-7802
Introdução
No carnaval da Bahia, a capoeira abre rodas que são círculos sagrados. Ali, corpos que giram, saltam e se esquivam se tornam poesia em movimento, lembrança viva da resistência dos ancestrais.
Desenvolvimento
A capoeira nasceu como luta disfarçada de dança, como estratégia de sobrevivência e liberdade. No carnaval, ela se reinventa como espetáculo e celebração. O berimbau conduz, o canto embala, e a ginga se mistura ao ritmo dos blocos, criando uma fusão única entre festa e ancestralidade.
Cada roda é espaço de comunhão. Ali, o corpo fala sem palavras: reivindica, celebra, resiste. A capoeira no carnaval é memória viva dos que lutaram contra a escravidão, é símbolo de que a cultura afro-brasileira não apenas sobreviveu, mas floresceu.
Conclusão
No carnaval da Bahia, a capoeira é mais que dança ou luta. É liberdade em movimento, é ancestralidade viva, é celebração da resistência que nunca se apaga.



