Por Marcus Vinicius Peralva Santos
Um erro muito comum que as pessoas costumam cometer ao enviar um currículo para uma vaga de emprego é não adaptá-lo a vaga ao qual você está se candidatando. É comum as pessoas fazerem um currículo vitae único e dispará-lo para diversas vagas, que certas vezes não tem relação nenhuma com a outra. Se você costuma fazer isso, eis a hora de para e reler o seu currículo vitae!
Um primeiro item que devemos ter em mente é quais as partes básicas do currículo vitae? Elas são: Dados pessoais, Objetivo, resumo, formação acadêmica, formação complementar, experiência profissional e informática.
Quanto a cada um deste itens podemos esclarecer alguns erros muito comuns de se verificar:
Dados pessoais: Neste item não é preciso dizer o endereço completo da sua residência. Basta dizer o bairro e Cidade/ Estado. Além disso é interessante colocar a URL do seu Linkedin e/ou Lattes (caso tenha) e sua nacionalidade, estado civil e idade
Objetivo: Este é o item que as pessoas mais costumam errar. O objetivo do seu currículo será o nome da vaga ao qual você está se candidatando. Se você quer atuar numa vaga para analista contábil, seu objetivo será “atuar como analista contábil”. Nada de dizer que tem o objetivo de ser um elemento a mais na empresa que preze pelo zelo e bons costumes… isto está totalmente fora de moda…
Resumo: Por incrível que pareça, poucos são os currículos que apresentem um resumo. O resumo deve ter no máximo umas 5 a 6 linhas e nele deve-se colocar sua área de atuação, anos de experiência, segmento trabalhado e a(s) área (s) que você tem um sólido conhecimento. Segue um exemplo abaixo que se aplica a um candidato que é professor e tem experiência em gestão escolar/ acadêmica.
Exemplo de resumo:
Profissional da área de educação com mais de 10 anos de experiência atuando em empresas de P/M/G porte nos segmentos: ensino básico, técnico e universitário. Sólidos conhecimentos em gestão de equipes e rotinas administrativas, planejamento, processos regulatórios (reconhecimentos de cursos junto ao MEC, ENADE, etc) e tecnologias educacionais.
Formação acadêmica: Neste item as pessoas costumam errar por não organizar suas formações numa ordem cronológica decrescente (o mais recente no topo até chegar ao mais antigo que será o último a ser listado). Aqui cabe uma outra observação. Se você tem alguma formação que não tem relação nenhuma com a vaga que você vai se candidatar, não coloque a mesma em seu currículo!
A estrutura a ser usada é:
Nome do curso – Sigla da instituição – ano de conclusão/previsão de conclusão
Formação complementar: este item segue o mesmo padrão utilizado na formação acadêmica.
Experiência profissional: Na experiência profissional é comum os candidatos pecarem por falta de informações. Normalmente as pessoas colocam o nome da empresa e o período trabalhado, mas é interessante colocar os seguintes dados, na ordem que são apresentados (um abaixo do outro): Nome da empresa, Cargo, Atividades Desenvolvidas, Resultados e Evolução.
Informática: Por último e não menos importante temos o item informática, que muitos deixam no item formação complementar, mas é interessante colocar com um tópico separado. Nele você deve pontuar quais os programas que você tem conhecimento. Exemplo: Word Avançado, Excel Intermediário, Power Point Intermediário, dentre outros.
Caso você tenha conhecimento de algum idioma, então acrescente um outro tópico após o de Informática, que será o tópico “Idiomas”.
Caso você tenha alguma dúvida sobre nossa matéria de hoje, registre aqui em baixo nos comentários que iremos te responder muito em breve. Por hoje é só e até o nosso próximo encontro aqui no Portal Som de Papo!
@oprofessormarcusperalva




Dicas super importantes e parabéns e mais um golaço do programa Som de papo.
Que bom que curtiu Diego. Fico feliz com o seu comentário.