Por Ramon Henrique
E isso inclui a gente sim, inclui gay, lésbica, bi, pan, trisexual, trans, não binário, travesti, viado, sapatão, inclui todo mundo que tem corpo e quer viver com saúde e com orgulho.
Porque o câncer de mama não escolhe orientação sexual nem identidade de gênero, ele pode chegar em qualquer pessoa que tem mama, e muita gente LGBT morre sem fazer exame por medo de preconceito.
Por vergonha, por falta de acolhimento, e a gente não pode deixar isso acontecer, outubro rosa é sobre amor próprio, é sobre tocar no próprio corpo sem vergonha, é sobre ir no médico sem medo, é sobre fazer mamografia, ultrassom.
É sobre se cuidar e cuidar de quem a gente ama, é levar sua namorada, sua esposa, sua amiga lésbica, seu amigo homem trans, sua amiga travesti pra se cuidar.
É dizer que prevenção também é orgulho LGBT, que se amar é resistir, e que a gente LGBT da Bahia e do Brasil inteiro vai viver muito, com saúde, com amor e com orgulho, porque outubro rosa também é nosso.
Texto: Ramon Henrique
Instagram:@ramonhenriquee
Crédito Fotográfico: coletivo de gênero
Fonte: UOL/Terra/revista IstoÉ/ANTRA – Associação Nacional de Travestis e Transexuais.



