Por Rony Cysney
Jimmy Cliff morreu aos 81 anos. A notícia foi divulgada pela mulher do cantor jamaicano, considerado uma lenda do reggae, na segunda-feira, 24/11. Segundo Latifa, a causa da morte foi uma convulsão seguida por pneumonia.
“É com profunda tristeza que compartilho que meu marido, Jimmy Cliff, faleceu devido a uma convulsão seguida de pneumonia. Sou grata à sua família, amigos, colegas artistas e companheiros de trabalho que compartilharam essa jornada com ele”, escreveu.

“A todos os seus fãs ao redor do mundo, saibam que o apoio de vocês foi sua força durante toda a carreira. Ele realmente valorizava cada fã pelo amor que recebia. Também gostaria de agradecer ao Dr. Couceyro e a toda a equipe médica, que foram extremamente solidários e prestativos durante este processo difícil”, continua a nota.
Jimmy Cliff é considerado um dos pioneiros do reggae e responsável por levar o gênero ao cenário internacional. O músico jamaicano ganhou dois Grammy com os álbuns Cliff Hanger (1985) e Rebirth (2012) – esse último também apareceu na lista dos “50 Melhores Álbuns de 2012” da Rolling Stone.
Além de receber a mais alta honraria de seu país, a “Ordem do Mérito”, ele tem a distinção de ser um dos dois jamaicanos incluídos no Rock and Roll Hall of Fame, ao lado de Bob Marley.
No cinema, Jimmy protagonizou “The Harder They Come” (1972) e atuou em “Club Paradise” (1986). Entre suas canções mais memoráveis estão: “I Can See Clearly Now”, “Wonderful World, Beautiful People”, “You Can Get It If You Really Want” e “The Harder They Come

SUA TRAJETÓRIA ARTÍSTICA
Sua trajetória artística iniciou-se ainda muito jovem: aos 14 ou 15 anos já gravava singles locais, e teve o primeiro sucesso com “Hurricane Hattie” em 1962.[3] Na década de 1960 transitou pelos estilos ska e rocksteady antes de se tornar uma figura central do reggae.
Sua música frequentemente abordou temas de resistência, identidade cultural, esperança e fé, combinando-se com ritmos populares de ska, rocksteady e reggae para alcançar públicos amplos e diversas gerações. Cliff deixa um legado duradouro não apenas como intérprete de sucesso, mas como uma figura que ajudou a globalizar o reggae, abriu caminhos para que a música jamaicana chegasse a novos ouvintes em todo o mundo e inspirou artistas em múltiplas regiões.
Fonte de pesquisa e das fotos: G1.globo.com / Google
Rony Cysney – Formado em Administração de Empresas com MBA em Gestão de Pessoas, Rony Cysney é Professor, Administrador, Comunicador, Apresentador, Editor, Compositor, Poeta e Escritor. Atualmente, é Produtor e editor dos Programas “Conversando Abobrinha”, “Pod ou Não” e “Na Roda Gigante com Rony Cysney”, todos na REDE SDP TV (Streaming). Está compondo músicas e escrevendo poesias. Também está executando o projeto “Conversando Abobrinha”, aprovado em junho deste ano, pela Secretaria de Cultura de Olinda-PE, através da Política Nacional Aldyr Blanc de incentivo à cultura.




Gostei demais da reportagem sobre o cantor Jimmy Cliff