Por Gilanio Calixto
Queridos amigos e amigas leitoras vamos nós em mais um bate papo super legal?
Hoje vou tratar de um assunto corriqueiro e que tem afetdo milhares de pessoas que é os GOLPES NO PIX, como sabemos o pix revolucionou a forma como os brasileiros lidam com o dinheiro trazendo agilidade e inclusão financeira.
No entanto, a mesma velocidade que beneficia milhões de usuários também é explorada por criminosos. É fundamental compreender que a maioria dos crimes envolvendo o PIX não decorre de falhas técnicas no sistema do Banco Central, mas sim de engenharia social, ou seja, quando o usuário é induzido ao erro.
O Banco Central do Brasil implementou camadas de segurança robustas para mitigar danos em caso de fraudes:
Mecanismo Especial de Devolução (MED): É o conjunto de regras que permite ao banco da vítima solicitar a devolução dos valores ao banco do suposto golpista. Deve ser acionado imediatamente após a percepção da fraude por meio do canal oficial do banco.
Bloqueio Cautelar: Permite que o banco recebedor bloqueie preventivamente os recursos por até 72 horas caso identifique suspeita de fraude, possibilitando uma análise mais detalhada da transação.
Limites de Valor por Período: O usuário pode gerenciar seus limites de transferência por meio do aplicativo do banco. O ajuste para redução é imediato, enquanto o pedido de aumento leva de 24 a 48 horas, evitando que um criminoso aumente o limite instantaneamente após um acesso indevido.
Limites Noturnos: Por padrão, transações realizadas entre 20h e 6h possuem limites reduzidos (geralmente R$ 1.000,00), visando dificultar ações em casos de sequestro-relâmpago.
E quais são os golpes mais comuns? Para se prevenir, é preciso conhecer as táticas mais frequentes que listo abaixo:
Golpe da Central de Atendimento: O criminoso liga fingindo ser do banco, relata uma “transação suspeita” e pede para o usuário fazer um “PIX de teste” ou fornecer códigos de segurança. Lembre-se: bancos nunca pedem transferências ou senhas por telefone.
WhatsApp Clonado ou “Novo Número”: O golpista usa a foto de um familiar ou amigo e alega ter mudado de número, pedindo um PIX urgente para pagar uma conta.
QR Code Falso: Utilizado em transmissões ao vivo (lives) ou faturas falsas. Ao escanear, o valor e o destinatário são diferentes do que o usuário acredita estar pagando.
Golpe do “Urubu do PIX” ou Investimentos Mágicos: Promessas de retorno financeiro imediato (ex: “envie R$ 100 e receba R$ 1.000”). Qualquer promessa de lucro fácil via PIX é fraude.
Falo agora sobre o PASSO MAIS IMPORTANTE: Antes de confirmar qualquer transação (digitar a senha), confira atentamente os dados do recebedor. Verifique o nome completo, o CPF/CNPJ e a instituição financeira, se o destinatário for diferente de quem você pretende pagar, cancele a operação imediatamente e cadastre a autenticação do seu telefone em DUAS ETAPAS: Ative a verificação em duas etapas em todos os aplicativos, especialmente no WhatsApp e redes sociais.
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Fonte do texto: Própria autoria
Imagem Internet – site: JUSBRASIL.
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Gilanio Calixto Velez
Advogado e Professor
Advogado especialista em Direito Previdenciário e em Direito de Familia
Professor Universitário em Direitos Humanos e Educação Emocional
Palestrante Motivacional e de Carreira Profissional e Autor de Livros
Fundador do Instituto de Desenvolvimento Humano – Crer & Ser – Metodologia e Projeto de Vida – Campina Grande – PB e Queimadas – PB
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