Por Christmann Miranda @christmannandrade
Durante a Copa do Mundo, o consumo é movido pela emoção. E compreender emoções exige sensibilidade estratégica. O marketing emocional ganha força nesse período, pois marcas buscam se conectar com sentimentos de união, pertencimento e celebração coletiva.
Campanhas realmente eficazes nascem quando há múltiplas formas de pensar na mesa de criação. Profissionais neurodivergentes, por exemplo, costumam apresentar elevada percepção de padrões, atenção a detalhes e criatividade não linear. Essa diversidade cognitiva pode gerar soluções publicitárias inovadoras e experiências diferenciadas para o consumidor.
Enquanto o público vibra com cada jogo, empresas que valorizam diferentes perfis ampliam a qualidade das decisões estratégicas. A inclusão amplia repertórios, fortalece narrativas e permite que a comunicação alcance públicos variados de maneira mais autêntica.
No fim, a Copa não é apenas sobre gols. É sobre conexão humana. E conexão exige escuta, sensibilidade e diversidade de pensamento.



