Por Ramon Henrique
É a relação constituída por dois indivíduos do mesmo gênero que se tornam pais, tendo as pessoas dessa família vínculo entre si, ampliando os modelos familiares que a cada dia desvinculam-se de concepções taxativas.
O termo foi criado pela Associação de Pais e Futuros Pais Gays e Lésbicas (APLG) em 1997, na cidade de Paris, e deu nome ao indivíduo que se declara homossexual e quer ou já tem filho(s).
Apesar do nome ser questionado por destacar a orientação sexual, ele auxiliou muitas famílias a se identificarem e a terem um espaço, inclusive em nosso ordenamento jurídico.
Atualmente, o reconhecimento da união homoafetiva carrega uma série de consequências jurídicas, como direito à pensão, prestar alimentos, sucessão, obrigações entre outros e, com ela, abarca a filiação.
Texto: Ramon Henrique
Crédito Fotográfico: coletivo sistema de gênero
Fonte: Uol/Terra/Yahoo



Bastante pertinente a reflexão.