Por Marize Reges
Durante muito tempo, a sociedade tentou impor à mulher a ideia de que estar solteira era sinônimo de solidão, fracasso ou incompletude. Mas, felizmente, esse paradigma tem mudado. Hoje, cada vez mais mulheres entendem que ser solteira não significa estar sozinha — pelo contrário, é muitas vezes o momento em que mais nos descobrimos, nos fortalecemos e nos cercamos de pessoas que realmente importam.
Ser solteira é ter a liberdade de escolher o que vestir, para onde ir, como organizar a rotina, investir em sonhos e cultivar amizades verdadeiras. É poder olhar para dentro e entender que a nossa felicidade não precisa estar atrelada a um relacionamento amoroso.
Estar solteira não é estar isolada — é estar conectada consigo mesma e com o mundo de uma forma mais consciente. É viver relacionamentos saudáveis, seja com amigos, família ou até com novas experiências.
O amor próprio é a base: quando nos sentimos completas, a presença de alguém é uma escolha, não uma necessidade. Ser solteira pode ser uma fase ou um estilo de vida, mas, em qualquer dos casos, significa autonomia, liberdade e autenticidade.
Portanto, solteira sim… sozinha jamais. Afinal, a melhor companhia que podemos ter é a nossa própria.



