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Sitio do Pica Pau Amarelo

admin por admin
5 dezembro , 2024
em Destaques, TBT, Últimas Notícias
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Sitio do Pica Pau Amarelo

By Gelson Santos

Escrito pelo autor brasileiro Monteiro Lobato, Sítio do Picapau Amarelo é uma série de livros com 23 volumes de literatura fantástica. 

A obra passou por diversas adaptações desde os anos 1950, para filmes e programas de televisão, com as produções mais populares exibidas entre 1977-1986 e 2001-2007, pela Rede Globo.

Para resgatar a história de Dona Benta, Tia Nastácia, Narizinho, Emília e Pedrinho, separamos algumas curiosidades sobre o Sítio do Picapau Amarelo, inclusive sobre como assistir ao programa nos dias de hoje. 

José Bento Renato Monteiro Lobato, escritor, jornalista, editor e empresário da indústria do petróleo, nasceu no dia 18 de abril de 1882, na cidade de Taubaté, interior de São Paulo. Destacou-se em várias áreas de atuação, mas, até hoje, é lembrado por ser o autor do Sítio do Picapau Amarelo.

Em 1920, Monteiro Lobato publicou o livro “A menina do Narizinho Arrebitado” e mais tarde republicou a história como “Reinações de Narizinho”. Ambos serviram de propulsor à série de Sítio do Picapau Amarelo.

 

Monteiro Lobato, autor do Sítio do Picapau Amarelo.

3) As 23 obras que deram viva à série em ordem de publicação são:

 

  • Reinações de Narizinho (1921)
     
  • O Saci (1922)
     
  • Caçadas de Pedrinho (1927)
     
  • Memórias da Emília (1930)
     
  • Emília no País da Gramática (1931)
     
  • Aritmética da Emília (1932)
     
  • Fábulas (1933)
     
  • Histórias Diversas (1933)
     
  • Histórias de Tia Nastácia (1934)
     
  • Peter Pan (1935)
     
  • Viagem ao Céu (1935)
     
  • O Poço do Visconde (1935)
     
  • O Picapau Amarelo (1936)
     
  • As Aventuras de Hans Staden (1936)
     
  • Dom Quixote das Crianças (1937)
     
  • Geografia de Dona Benta (1937)
     
  • A Chave do Tamanho (1937)
     
  • A Reforma da Natureza (1939)
     
  • O Minotauro (1939)
     
  • Os Doze Trabalhos de Hércules (1941)
     
  • História do Mundo para as Crianças (1942)
     
  • Serões de Dona Benta (1944)
     
  • História das Invenções (1947)

 

“A menina do Narizinho Arrebitado” livro propulsor para à série de Sítio do Picapau Amarelo.

 

4) Sítio do Picapau Amarelo passou por diversas adaptações desde os anos 1950, ganhando versões de filme e programa de televisão.

A primeira exibição foi em junho de 1951, pela TV Tupi, depois na TV Cultura de São Paulo, em 1964, na Bandeirantes, em 1967 e em 1977, já a Rede Globo comprou os direitos e produziu por dez anos a versão de maior sucesso do programa. Uma nova versão foi exibida entre 2001 e 2007 na emissora.

5) A história se passa em um sítio, batizado com o nome de Picapau Amarelo. Lá mora Dona Benta, uma senhora que vive na companhia de sua neta Narizinho e a empregada Tia Nastácia.

Narizinho tem Emília, uma boneca de pano, como amiga. Durante as férias escolares, Pedrinho, também neto de Dona Benta, passa uma temporada no sítio junto também com Visconde de Sabugosa, um sabugo de milho cientista. As aventuras estão garantidas.

 

Elenco principal de uma das versões do Sítio do Picapau Amarelo.

 

6) Emília, a boneca de pano, foi feita por Tia Nastácia e em um dos capítulos ela ganha vida e passa a falar graças à pílula falante do Doutor Caramujo.

 

7) Visconde de Sabugosa ajudou Dona Benta a encontrar petróleo em suas terras. O que a maioria dos fãs não sabem? Visconde é um autorretrato de Monteiro Lobato na obra, pois o mesmo era grande explorador da iguaria no Brasil e decidiu retratar o fato na série.

 

Emília, a boneca de pano falante interpretada por Isabelle Drummond no ciclo 2001 – 2006.

8) Gilberto Gil é o criador do tema de abertura do Sítio do Picapau Amarelo nas versões exibidas na Rede Globo.

 

“Marmelada de banana
Bananada de goiaba
Goiabada de marmelo
Sítio do Picapau Amarelo

Boneca de pano é gente
Sabugo de milho é gente
O Sol nascente é tão belo
Sítio do Picapau Amarelo”

9) O elenco principal do Sítio do Picapau Amarelo era Dona Benta, Tia Nastácia, Narizinho, Emília, Pedrinho, Visconde de Sabugosa e Cuca.

Veja aqui como estão os atores da versão do Sítio de 2001 a 2006, hoje em dia.

Personagens secundários: Marquês de Rabicó, Conselheiro, Quindim, Coronel Teodorico, Elias Turco, Iara, Príncipe Escamado, Doutor Caramujo, Dona Aranha, Saci, Tio Barnabé, Dona Carochinha e Besouros Casca e Cascadura.

 

Sítio do Picapau Amarelo

10) O Sítio do Picapau Amarelo existe de verdade! Ele fica em Taubaté e pertenceu à avó de Monteiro Lobato.

O local também é conhecido como Museu Histórico e Pedagógico Monteiro Lobato e por lá é possível encontrar objetos, fotos e, no pátio, esculturas de vários personagens do Sítio.

 

 

11) No dia 18 de abril é celebrado o Dia de Monteiro Lobato e Dia Nacional do Livro Infantil. A data foi escolhida para homenagear o considerado pai da literatura infantil.

12) Por essa você não esperava!! Na plataforma Claro Now você pode assistir à versão de maior sucesso do Sítio do Picapau Amarelo produzida em 1977.

Alceu Valença

O cantor, compositor, instrumentista, grande e irreverente poeta – e agora cineasta – Alceu Valença, é um dos principais artistas da MPB. Com quase 50 anos de carreira e mais de 5 milhões de discos vendidos, Alceu representa o nordeste brasileiro como poucos. Quer saber mais sobre sua trajetória? Confira nesta matéria, 13 curiosidades sobre a vida e carreira de Alceu Valença.

Alceu Valença nasceu em São Bento do Una, em Pernambuco, mas se mudou para Recife ainda criança

Nascido em São Bento do Una, em Pernambuco, cresceu em convívio direto com os elementos vivos que ajudaram a consolidar a cultura do Nordeste, assimilando a cultura e a música do agreste e do sertão a partir das raízes que a constituíram.

Ainda criança, mudou-se para Recife, onde conheceu a cultura da zona da mata, dos canaviais e do litoral. Conheceu os blocos de frevo, os grupos de maracatu e a ciranda.

2- O pai de Alceu não aceitava muito bem que o filho fosse cantor

Mais uma das curiosidades sobre Alceu Valença. Na adolescência, Alceu assimilou a poesia urbana e contemporânea, o cinema – com filmes da Nouvelle Vague francesa e do Neo Realismo italiano – e adquiriu o gosto pela política e as questões sociais, sempre tão presentes em sua música.

Quando adquiriu – aliás – o gosto pela música, ganhou um violão de presente de sua mãe, escondido do pai, que não aceitava muito bem que o filho fosse cantor.

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O cantor, compositor, instrumentista, grande e irreverente poeta – e agora cineasta – Alceu Valença, é um dos principais artistas da MPB. Com quase 50 anos de carreira e mais de 5 milhões de discos vendidos, Alceu representa o nordeste brasileiro como poucos. Quer saber mais sobre sua trajetória? Confira nesta matéria, 13 curiosidades sobre a vida e carreira de Alceu Valença.

Capa do álbum Cinco Sentidos (1981), de Alceu Valença | Foto: Carlos Filho ‘Cafi’.

13 curiosidades sobre a vida e carreira de Alceu Valença

1- Alceu Valença nasceu em São Bento do Una, em Pernambuco, mas se mudou para Recife ainda criança

Nascido em São Bento do Una, em Pernambuco, cresceu em convívio direto com os elementos vivos que ajudaram a consolidar a cultura do Nordeste, assimilando a cultura e a música do agreste e do sertão a partir das raízes que a constituíram.

Ainda criança, mudou-se para Recife, onde conheceu a cultura da zona da mata, dos canaviais e do litoral. Conheceu os blocos de frevo, os grupos de maracatu e a ciranda.

2- O pai de Alceu não aceitava muito bem que o filho fosse cantor

Mais uma das curiosidades sobre Alceu Valença. Na adolescência, Alceu assimilou a poesia urbana e contemporânea, o cinema – com filmes da Nouvelle Vague francesa e do Neo Realismo italiano – e adquiriu o gosto pela política e as questões sociais, sempre tão presentes em sua música.

Quando adquiriu – aliás – o gosto pela música, ganhou um violão de presente de sua mãe, escondido do pai, que não aceitava muito bem que o filho fosse cantor.

3- Alceu Valença é formado em Direito

Em 1965, Alceu entrou na Faculdade de Direito do Recife. Sem grandes pretensões, inscreveu-se em um concurso promovido por uma associação americana que oferecia um curso de três meses na Universidade de Harvard.

4- Fez um curso de 3 meses em Havard

Mesmo sem saber uma palavra em inglês, fez uma redação em que mesclava versos poéticos e comparava o marxismo com a igreja católica, e foi aprovado em Fall River, Massachusetts.

Na universidade, teve aulas com grandes figuras conservadoras americanas, mas sempre demonstrou seu lado social, chegando até a participar de uma das reuniões dos Panteras Negras, em Boston. 

 Alceu foi chamado por um jornal local norte-americano de “Bob Dylan brasileiro”

Ainda como estudante nos Estados Unidos, Alceu ia para as praças cantar seu repertório de xotes, emboladas e baiões, chamando a atenção da comunidade hippie local. 

O músico começou a fazer tanto sucesso durante as apresentações nas praças, que um jornal local o entrevistou e chamou-o de “Bob Dylan brasileiro”, no título da matéria, comparando seu repertório regional brasileiro com uma derivação folk das músicas de protesto americanas.

6- Em 1972, apresentou-se ao lado de Jackson do Pandeiro e Geraldo Azevedo no VII Festival Internacional da Canção

De volta ao Recife, Alceu forma-se em Direito e começa a inscrever suas primeiras músicas nos Festivais da Canção. Em 1970, muda-se para o Rio – incentivado por seu amigo Geraldo Azevedo – em busca de um lugar ao sol na cena musical brasileira. 

Dois anos depois, apresenta-se ao lado de Jackson do Pandeiro e Geraldo Azevedo no VII Festival Internacional da Canção, com a embolada Papagaio do Futuro, que não chegou a se classificar, mas despertou a curiosidade do público.

A canção Talismã quase foi censurada

Em 1972, gravou seu disco de estreia – Quadrafônico – em parceria com Geraldo Azevedo – e com composições dos dois artistas e arranjos e regência de Rogério Duprat.

Neste primeiro álbum, Alceu já teve os seus primeiros problemas com a censura. Uma das canções da dupla dizia:

“Joana, me dê um talismã / Você já pensou em mais eu viajar?”

O censor achou que os versos eram uma apologia à maconha (marijuana). Alceu contestou o censor – até porque não era nem adepto ao uso da erva –  e apresentou uma alternativa: trocou Joana por Diana. Conseguiu a autorização, que nos permitiu conhecer a clássica canção Talismã.

8- Alceu foi protagonista de um filme que concorreu ao Oscar

O disco de estreia chamou a atenção do compositor Sérgio Ricardo, que convidou Alceu para ser o protagonista do filme da contracultura A Noite do Espantalho. O filme foi escolhido como representante brasileiro no Oscar de Melhor Filme Estrangeiro, em 1975, mas acabou não sendo indicado.

9- Ficou conhecido pelo grande público ao apresentar a canção Vou Danado Pra Catende

Foi Festival Abertura, da TV Globo, em 1975, que Alceu ficou conhecido do grande público, quando apresentou a canção Vou Danado Pra Catende, que unia os ritmos do sertão brasileiro ao peso das guitarras do rock, com alguns versos do poeta pernambucano Ascenso Ferreira. 

10- Alceu fez história ao misturar o psicodélico ao nordestino em suas canções

No icônico álbum Vivo!, de 1976, gravado ao vivo em um show no Teatro Teresa Raquel, no Rio de Janeiro (e com a participação de Zé Ramalho), Alceu inova e faz história ao apresentar experimentos que uniam o psicodélico ao nordestino, em canções como: Descida da Ladeira, Pontos Cardeais e O Casamento da Raposa com o Rouxinol. 

11- Alceu participou da primeira edição do Rock in Rio

Em 1985, participa da primeira edição do Rock in Rio, com um show antológico em duas noites do festival.

12- La Belle de Jour foi escrita com inspiração na atriz Jacqueline Bisset

A história de La Belle de Jour é curiosa: depois de voltar de uma temporada em Paris, já consagrado no Brasil, Alceu entregou um poema em branco à atriz Jacqueline Bisset, num encontro ao acaso em um café.

Impressionado com a beleza da estrela, imaginou a musa na Praia de Boa Viagem, em Recife. Mas, na hora de escrever, confundiu as musas e batizou a canção com o título do filme estrelado por outra atriz: Catherine Deneuve.

Em 1996, Alceu Valença, Elba Ramalho, Geraldo Azevedo e Zé Ramalho gravam o álbum ao vivo O Grande Encontro

Em 1996, Alceu Valença junta-se aos colegas de geração Elba Ramalho, Geraldo Azevedo e Zé Ramalho para a celebração do show (no Canecão) e álbum ao vivo O Grande Encontro, um dos principais discos e momentos da nossa música popular brasileira. O show impulsiona, amplia e rejuvenesce o público de Alceu.

Fonte: https://novabrasilfm.com.br/

 

 

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