Por Karina Gubernati
A arquitetura não precisa apenas ser bonita. Ela pode ser sentida.
Um ambiente bem projetado é capaz de despertar sensações, estimular os sentidos, favorecer o bem-estar e até influenciar a forma como percebemos e vivenciamos aquele espaço. É aí que a neuroarquitetura ganha força dentro do design de interiores.
A riqueza de informações é um dos elementos importantes. Texturas, formas, cores, vegetação, objetos e diferentes materiais criam estímulos visuais e sensoriais que tornam o ambiente mais interessante e ajudam a manter o cérebro ativo e atento.
A iluminação também tem um papel fundamental. Uma luz bem planejada pode valorizar materiais, criar diferentes atmosferas, favorecer o conforto visual e contribuir para que cada espaço tenha a sensação adequada ao seu uso.
E quando incorporamos materiais naturais, como madeira, pedras, fibras, tecidos e plantas, aproximamos o usuário da natureza. Essa conexão, tão presente no design biofílico, pode trazer sensações de acolhimento, conforto e pertencimento.
Por isso, projetar interiores vai muito além de escolher móveis e acabamentos bonitos. É pensar em como as pessoas vão se sentir, se comportar e viver naquele espaço.
A boa arquitetura transforma ambientes em experiências — e quando ela é pensada para as pessoas, cada detalhe passa a ter um propósito
*Sou arquiteta, especialista em Design Biofílico e Neuroarquitetura, com vários ambientes transformados.
– Projeto escritórios e ambientes com bem-estar, foco e retorno real.
Karina Gubernati
Contato:(11) 99176-1876



