Por Dora Paiva
Durante a vigência desse mês, estaremos a cada encontro, trazendo temas condizentes com o Setembro Amarelo. E na pauta de hoje, o nosso foco estará voltado para a Saúde Mental no Ambiente Educacional. Muito embora esse contexto, não seja muito divulgado pela mídia, é uma realidade muito presente nessa área e sobre a qual não podemos deixar de expor as condições existentes nessas atividades, bem como sinalizar a sua situação existente. Ela atua fortemente na área dos discentes, assim como também entre os docentes.
A Saúde Mental é para a Educação, um pilar prioritário, tanto para os estudantes, como para os educadores. O ambiente educacional necessita ser uma ambiência envolta em acolhimento, respeito, cordialidade e energia positiva contagiante.
O ambiente educacional, carece estar isento de dores e sofrimento. Ele é uma estrutura voltada para os inúmeros aprendizados e o crescimento cultural. Mas as vezes, essa realidade é maculada por situações complicadas e intrigantes. Vejamos alguns exemplos:
1. O Ambiente oprimido: professores e alunos sofrem algumas pressões, tendo em vista cobranças excessivas pela a excelência do serviço e também pela falta dos recursos e equipamentos necessários. Nesse patamar , alunos e educadores sofrem as angústias e as decepções.
2.Os riscos eminentes: a excessiva jornada de trabalho, o acúmulo de tarefas, as elaborações de textos e das aulas. Todo esse processo vai acarretando nas partes envolvidas um estresse, por não conseguirem realizar a contento as suas atividades.
3.Escassez de apoio psicopedagógico: nem todos os estabelecimentos educacionais possuem uma equipe de profissionais especializados em Saúde Mental. E em se tratando da rede pública, o caos é total. Essa limitação complica a realização dos serviços.
4.A sintomatologia apresentada: em razão da exposição de motivos aqui discriminada, alguns sintomas se desenvolvem plenamente. São eles: o cansaço físico e ou mental, o estresse, a insônia, a perda de apetite, a sonolência durante as aulas e etc.
Observem caros amigos, que apresentamos um mínimo das situações envolvidas. Aí vocês me perguntam: o que isso tem haver com o Setembro Amarelo? E eu respondo: tem tudo haver! Esses quadros apresentados, se não forem detectados e trabalhados corretamente, poderá desembocar em uma estrutura muito mais violenta, agressiva e perigosa, que é o Suicídio. E isso pode vir a acontecer, por conta da exaustão advinda dessas configurações. É preciso que os gestores da área educacional, se conscientizem de que, um educador estressado, desmotivado, descontente com o seu desempenho, jamais irá transmitir aos seus alunos, uma estrutura de alegria, entusiasmo e contentamento. Pense nisso carinhosamente. Namastê!
Texto:www.fcc.org.br
O presente texto também apresenta partes autorais.
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