Por Gilanio Calixto
Em tempos atuais é cada vez mais comum as pessoas sentir raivas, rancores e ressentimentos que na maioria das vezes não tem sentido algum, ou melhor, em nenhuma situação a raiva tem sentido.
Os altos e baixos dos momentos da vida faz parte do cotidiano e do lado humano, mas precisam ser vividos e conhecidos de formas equilibradas. A raiva tem destruido o que há de humano, se coletivo, de Divino no homem. As emoçoes negativas estão dominando infelizmente a grande maioria das pessoas e com isso produzindo diversas doenças fisicas e emocionais.
As pessoas que geralmente tem fortes episódios de raiva ofendem principalmente a si mesmo, aos outros e até a quem não conhece, atrapalha o bem-estar, gera improdutividade, isolamento, incapacidades, medo e insegurança, e tantos outros aspectos e comportamentos negativos. Quantas pessoas já mataram outras e/ou cometeram crimes por impulsos momentaneos de raivas? Com certeza, infelizmente, inúmeros.!.
Já está provado mediante cientificamente que o sentimento da raiva produz nos seres humanos uma sequencia de acumúlos de efeitos, o corpo tende a imobilizar-se para lutar por um comando da mente, você fica trêmulo, o coração dispara, os musculos do corpo travam e o semblante deixa de ser agradável e uma imagem distorcida surge visivelmente que muitos que estão sentindo nem percebem.
Como sabemos existem diversos tipos de sentimentos de raivas, mas umas das mais perigosas segundo estudos cientificos e psicologicos são as raivas programadas ou calculadas, tais como a chamada fria vingança ou a indignação diante de uma situação, como afirma Benjamin Franklin – “ a raiva nunca é sem motivo, embora raramente seja um bom motivo”.
A cadeia de pensamentos agitados e impulsos que alimentam as raivas são também um potencial gigante de grandes erros que cometemos e uma das chaves mais precisas e eficientes para combatê-las ou desarma-las é por fim nas nossas convicções que as abasteceem e alimentam, ou seja, os pensamentos negativos que produzem uma cadeia de emoções negativas.
Po vezes não é fácil controlar as emoçoes e os impulsos, basta para isso fazermos uma reflexão: Quando nos sentimos com RAIVA quais os resultados positivos obtemos? Em quais momentos mais frequentes ela se revela? Geralmente quando a sentimos são produzidas pelo que ouvimos e não gostaríamos ou pelo que vemos e não aceitamos. Correto?
Você já sentiu uma grande raiva? Sente com frequência? Vale a pena o sentimento interno deste ressentimento tão destrutivo? Quem mais se fere é quem sente ou quem provoca? Você obteve solução ou obtem solução quando está raivoso ou raivosa? Quais tipos de emoções em você se manifesta? Já viu alguém passar mal ou quase morrer por motivos de raiva?
Pense nisso!!! Somos responsáveis por tudo que criamos.
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Gilanio Calixto Velez
Advogado e Professor
Advogado especialista em Direito Previdenciário e em Direito de Familia
Professor Universitário em Direitos Humanos e Educação Emocional
Palestrante Motivacional e de Carreira Profissional
Fundador do Instituto de Desenvolvimento Humano – Crer & Ser – Metodologia e Projeto de Vida – Campina Grande – PB e Queimadas – PB
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