Por Gilanio Calixto.
Fala meu povo queridos que bom encontrá-los semanalmente aqui na coluna cidadania, acaba nos aproximando mesmo estando nós distantes fisicamentes, num é mesmo?
Vamos lá, no artigo de hoje, vou abordar um tema muito real e que gera diversas controvérsias e debates que é o MERCADO DE TRABALHO E AS EXCLUSÕES.
Vivemos em uma época marcada por avanços tecnológicos, inovação e transformações constantes, nunca houve tantas oportunidades para criar, empreender e se conectar. Porém ao mesmo tempo milhões de pessoas enfrentam uma realidade silenciosa e dolorosa: a exclusão do mercado de trabalho.
Por trás das estatísticas de desemprego existem histórias. São pais e mães que acordam cedo todos os dias na esperança de conseguir uma vaga. Jovens que estudam durante anos e, mesmo assim, encontram portas fechadas por falta de experiência, profissionais experientes que depois de décadas de dedicação, descobrem que a idade passou a ser vista como um obstáculo, e não como um patrimônio de conhecimento.
O mercado de trabalho mudou rapidamente. Tal como a tecnologia automatizou processos, novas profissões surgiram e outras desapareceram. A qualificação tornou-se indispensável, mas nem todos têm acesso às mesmas oportunidades de educação, internet, cursos ou equipamentos. Essa desigualdade cria uma barreira invisível que separa aqueles que conseguem acompanhar as mudanças daqueles que ficam para trás.
A exclusão também atinge pessoas com deficiência, mulheres que enfrentam preconceitos, pessoas negras, homossexuais e moradores de regiões menos desenvolvidas e tantos outros grupos que, diariamente, precisam provar sua competência muito mais do que qualquer outra pessoa. Em vez de serem avaliados por seu talento, muitas vezes são julgados por características que nada têm a ver com sua capacidade profissional.
Entretanto, a solução para esse desafio não depende apenas de quem procura emprego, mas sim empresas, governos, instituições de ensino e toda a sociedade têm responsabilidade na construção de um mercado mais justo e inclusivo. Investir em capacitação, promover políticas de inclusão, combater a discriminação e valorizar a diversidade não são apenas atitudes éticas, mas sim estratégias que fortalecem a economia e enriquecem o ambiente de trabalho com diferentes perspectivas e talentos.
Cada currículo representa uma história de vida. Cada entrevista pode significar uma nova oportunidade para transformar o futuro de uma família inteira. Por isso, olhar para o mercado de trabalho apenas pelos números é ignorar a dimensão humana que existe por trás de cada vaga preenchida ou de cada porta fechada.
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Fonte do texto: Propria Autoria
Imagem Internet: – Site do Le Monde Diplomatique.
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Gilanio Calixto Velez
Advogado e Professor
Advogado especialista em Direito Previdenciário e em Direito de Familia
Professor Universitário em Direitos Humanos e Educação Emocional
Palestrante Motivacional e de Carreira Profissional e Autor de Livros
Fundador do Instituto de Desenvolvimento Humano – Crer & Ser – Metodologia e Projeto de Vida – Campina Grande – PB e Queimadas – PB
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