Por Marize Reges
Ser mulher sempre foi sinônimo de trabalho. Trabalho dentro de casa, fora dela, visível e invisível. Trabalho que sustenta, que cuida, que transforma.
Neste Dia da Trabalhadora, não falamos apenas de profissão. Falamos de postura. De caráter. De mulheres que, independente da idade, da fase ou das circunstâncias, carregam dentro de si algo inegociável: a disposição de fazer o que é certo.
A mulher madura sabe disso como ninguém. Já viveu o suficiente para entender que dignidade não se negocia. Que não existe atalho quando se tem valores. E que recomeçar — quantas vezes for preciso — também é uma forma de trabalho.
Estamos em todos os lugares. Empreendendo, cuidando, aprendendo, ensinando, recomeçando. E sim, estamos dispostas. Não a qualquer custo. Mas a todo trabalho que seja lícito, honesto e alinhado com quem nos tornamos ao longo da vida.
Porque trabalhar, para nós, nunca foi apenas sobre ganhar dinheiro. É sobre manter a nossa essência, a nossa independência e, acima de tudo, o nosso respeito próprio.
Hoje, celebramos não só o que fazemos, mas quem somos.
Mulheres que não param. Mulheres que constroem. Mulheres que fazem acontecer — com verdade.



