Por Micaela Kern
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A intolerância à lactose, que é o açúcar do leite, acontece quando a pessoa apresenta sintomas gastrointestinais após consumir alimentos com lactose.
E isso ocorre porque o organismo produz pouca ou nenhuma enzima que é chamada de “lactase”, a qual é responsável em digerir a lactose.
Nesse caso, sintomas como: inchaço, diarréia e desconforto abdominal são alguns dos sintomas da intolerância. E, esses processos de má digestão da lactose podem se sobrepor à má digestão de outros carboidratos fermentáveis. Por isso, é preciso ter cuidado, pois à intolerância à lactose, quando não manejada adequadamente, pode favorecer desequilíbrios intestinais e metabólicos, impactando a saúde e a qualidade de vida.
Os sintomas de intolerância à lactose geralmente aparecem de 30 minutos a 2 horas após após a ingestão de alimentos que contêm lactose.

Os sinais e sintomas comuns da intolerância à lactose incluem: diarréia, inchaço abdominal, náuseas e vômitos, gases podem surgir, dores de cabeça, rinite, sinusite, dermatites, urticárias, mas esses são sintomas extrainterstinais, associados à intolerância à lactose.
E quais as consequências da pessoa intolerante à lactose que não deixa de consumir a lactose à longo prazo?
Outrossim, você, mesmo sentindo esses sintomas que são extraintestinais, mas que você não imagina que estão relacionados à intolerância à lactose, mas ainda assim você continua ingerindo esses alimentos.

A partir desse momento você começa a apresentar dificuldades em absorver nutrientes, inclusive a ter carência de ferro, vitamina B12, B9, vitamina C, zinco, selênio, magnésio e vitamina D. Consequentemente, seu cabelo começa a cair, suas unhas ficam frágeis, a pele fica seca ou com acne, você fica indisposta, sonolenta, sua imunidade vai pro ralo e você fica doente com frequência, você pode apresentar piora na sua depressão ou ansiedade, e tudo isso devido a intolerância à lactose.
Portanto, muitas vezes o problema é tratado somente a partir do sintoma, ou seja, apenas usar a enzima lactase não resolve o problema, porque é preciso
também cuidar desse intestino e entender o motivo pelo qual ele está em desequilíbrio.
Por isso, mais do que aliviar sintomas, é essencial olhar para a base, que é o intestino, de forma integrativa, buscando a homeostase, saúde e prevenção a longo prazo.
Fonte de apoio: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/books/NBK532285/



